sábado, 9 de junho de 2012

BUENO na Capital





O pré-candidato do PT/PPL  e da Frente Popular e Democrática a prefeitura de Santiago/RS, o ex-vereador, bancário e sindicalista ANTÔNIO BUENO (foto) está desde quinta-feira em Porto Alegre. BUENO aproveitou o feriado para visitar familiares e realizar uma robusta agenda política.

Ontem conversamos longamente sobre os rumos do PT, da ULD (tendência interna que  integramos no PT), bem como sobre a conjuntura santiaguense e Regional, do Estado e do País, assim como sobre as grandes possibilidades do Partido dos Trabalhadores e da esquerda obterem um resultado muito positivo nas próximas eleições municipais.

BUENO não esconde seu entusiasmo e mostrou estar preparadíssimo para enfrentar os desafios inerentes ao cargo que disputará em outubro próximo. O lançamento de sua candidatura deverá ocorrer no próximo dia 22/06 em Santiago, com as presenças -  já confirmadas -  de importantes lideranças, dentre as quais o Deputado Estadual VALDECI OLIVEIRA  e do Deputado Federal  PAULO FERREIRA (santiaguense), ambos do PT/RS.  (por Júlio Garcia)

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Santiago abaixo de zero!






O frio intenso castigou Santiago/RS esta semana. As fotos acima falam por si.


Foto 1 : Pescada do blog da Eliziane Mello:  http://ecolizi.blogspot.com.br/

Foto 2: Pescada do blog do Leonardo Rosado: 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Assembleia aprova projetos que reestruturam ação do Estado


Foto:

Porto Alegre/RS - Em uma sessão que durou quase sete horas, os deputados estaduais aprovaram, nesta terça-feira (5), os cinco projetos do Executivo que estavam em regime de urgência e com prazo de tramitação esgotado. As matérias aprovadas são relativas à Previdência Estadual, à reestruturação do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), à alteração na estrutura da Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SARH) e o que moderniza a Central de Licitações do Estado (Celic). O projeto que cria o Programa Casas da Solidariedade foi retirado da pauta a pedido do líder do governo na Assembleia, deputado Valdeci Oliveira (PT), para rediscussão do texto.

Para Valdeci, a sessão garantiu o encaminhamento de ações estratégicas para o Estado. “O projeto da Previdência combaterá o rombo de quase R$ 6 bilhões por ano e que compromete o sistema de aposentadorias público dos gaúchos. O do Detran fortalecerá o combate a acidentalidade e a mortalidade no trânsito gaúcho com a ampliação de programas exitosos, como a Balada Segura e o Viagem Segura. Os projetos da Celic e da SARH modernizam a estrutura estatal e garantem a economia de muitos recursos públicos com a eficientização dos processos licitatórios. São todos projetos de reestruturação da ação do Estado”, disse o deputado.  (via PTSul)

terça-feira, 5 de junho de 2012

Santiago/RS: A Hora do PT



Não terá chegado  a hora do PT encabeçar a chapa da oposição?

'Nas relações  políticas, como nas relações pessoais,  a via tem que ser de duas mãos'.

A 'unidade da oposição' em Santiago para 'derrotar os conservadores pepistas' (sucedâneos da ARENA e do PDS)  tem sido utilizado, especialmente nos últimos tempos, como uma espécie de 'mantra'   por setores que se arvoram como os detentores únicos da 'fórmula da vitória oposicionista', mas  desde que a chapa majoritária seja integrada pelo PMDB, PDT ou PSDB (não necessariamente nessa ordem, mas sempre com os mesmos). Para esses partidos   parece que  o Partido dos Trabalhadores serve apenas para apoiá-los eleitoralmente; o inverso, pelo que temos visto,  representa  para esses setores (pelo menos até o presente momento)  uma blasfêmia. Tem alguma coisa errada nessa seara...

Se fizermos um breve retrospecto,  analisando os últimos processos eleitorais municipais, veremos que  o Partido dos Trabalhadores  deu muito mais contribuição ao dito 'campo oposicionista/progressista' do que recebeu. Vejamos:

O PT santiaguense, é sabido por quem conhece minimamente a história política local, desde sua fundação (1981) tem participado ativamente de todos os pleitos ocorridos no municipio. Desde a campanha de 1982 (quando concorreu - para marcar posição e ajudar na construção do partido - com as candidaturas de Alziro Bandeira e Jorge Moleta, passando pela eleição de 1988, quando o PT já surpreendeu positivamente com  Edson Braga e Hegel Marcos da Silveira, deixando por apenas 33 votos de eleger sua primeira bancada na Câmara Municipal),  vinha então num processo de contínuo crescimento. Em 1992, no entanto, o partido, por  decisão tomada pela maioria de seu Diretório Municipal (eu exercia então  a função de Secretário Geral e o  partido era presidido pelo saudoso companheiro Aparício Gomes da Silveira), decidiu  não lançar candidato a prefeito  e apoiar  a candidatura do engenheiro agrônomo Vulmar Leite, então no PMDB. Do ponto de vista partidário, foi um equívoco, o PT mais uma vez deixou de eleger sua primeira bancada de vereadores. No entanto, ao apoiar na majoritária a chapa liderada por Vulmar/Rosado,  o PT contribuiu de forma decisiva para a vitória do PMDB/PDT,  ajudando a desferir, naquele momento,  uma pesada derrota no conservadorismo mais retrógrado da região. 

 Após a vitória da chapa liderada por Vulmar Leite (PMDB/PDT), no entanto,  a retribuição que aconteceu para o PT  foi nenhuma. Melhor dizendo, ao invés do PT ser convidado para integrar o governo,  dando sua contribuição para ajudar a viabilizar uma nova fase que pensava-se  estar se abrindo na vida política santiaguense, o PMDB resolveu que a melhor forma de retribuir o apoio do PT era ... cooptar alguns de seus quadros, um deles tendo inclusive sido 'brindado' ao assumir a Secretaria da Agricultura e Pecuária do município. Claro, para isso teve que mudar de partido,  trocando o PT pelo PDT. Bela recompensa tivemos. Mas isso foi, para o  PT, um aprendizado e tanto!

Na eleição seguinte (1996),  com o prefeito Vulmar Leite já no PSDB, o escolhido para concorrer a prefeito pela nova 'situação'  foi o advogado Paulo Rosado, do PDT.  O PT, então  sob a presidência do advogado e companheiro José Nunes Garcia (eu continuava exercendo a honrosa função de  Secretário Geral, a última gestão em que estive na direção do partido no município), decidiu -  corretamente - não ficar mais como coadjuvante e lançou as candidaturas dos companheiros Cândido Duarte e Ruben Finamor (para prefeito e vice, respectivamente). O resultado eleitoral obtido pelo PT nesse ano, se não foi expressivo, foi dignificante (mais de 2.000 votos), e o Partido dos Trabalhadores elegeu então sua primeira bancada de vereadores (Neomir Alcântara e Antônio Bueno).  A situação, devido aos erros cometidos no período em que esteve no governo e durante a campanha eleitoral,  perdeu as eleições para o PP, que retomou as rédeas do Executivo Municipal e nele mantém-se até hoje.  

Nas eleições de 2.000, o PT decidiu novamente concorrer em faixa própria, lançando a candidatura dos companheiros Neomir  Alcântara e   Jussara Machado. Novamente reprisou um resultado honroso e manteve sua bancada de dois vereadores. Mas quando, em 2004,  equivocou-se novamente e optou por não lançar candidatura, foi  severamente punido com a perda das cadeiras que detinha na Câmara, 'ajudado' ainda mais pela redução do número de vereadores (10) que foi efetivada na Câmara Municipal naquelas eleições, elitizando-a ainda mais.

Em 2008, já bastante fragilizado pelos revéses sofridos e - visivelmente -  sem a unidade necessária para enfrentar páreo tão exigente, o  PT volta a apresentar candidatura  própria (com Julio Prates e Vivian Dias). Mas, devido às dificuldades e equívocos verificados na campanha (que não cabe agora, neste artigo, analisar, mas que é sabido por quem acompanhou o embate eleitoral), colhe um resultado nas urnas  muito aquém do seu potencial, tanto para o Executivo quanto para a Câmara de Vereadores. Não é demais lembrar que, nessa última eleição,  setores 'oposicionistas' locais já utilizavam os mesmos métodos condenáveis na tentativa de desqualificar o PT (e seus candidatos), que alguns retomam agora  (vide postagem no blog apócrifo Santiaguito que - segundo informalmente divulgado na blogosfera -  é pilotado pelo tenente-coronel reformado  Itacir Flores, pré-candidato a vereador pelo PMDB).  Lamentável.

O  PT, por óbvio, não se deixará intimidar com esse tipo de ataque, assim como o PPL e, quiçá, o PDT e outros setores autênticos da oposição santiaguense que vierem a somar-se na organização da Frente Popular e Democrática - FPD,  já em fase avançada de construção.

Nas relações  políticas, como nas relações pessoais,  a via tem que ser de duas mãos.  Será que já não está na hora do PMDB e do PDT, especialmente, reverem essa posição hegemonista equivocada e, à exemplo do que fez o  Partido Pátria Livre - PPL, cuja liderança maior, o vereador Bianchini, retirou seu nome da disputa ao Executivo para contribuir na formação da Frente Popular e Democrática, possibilitando assim a abertura do caminho para a vitória da alternância e da renovação em Santiago? Por que a chapa majoritária da 'oposição' tem que ser integrada somente pelo PMDB/PDT - ou vice-versa? Como dissemos acima, tem alguma coisa errada nessa seara...

O momento político histórico que vivemos exige um outro tipo de postura. O PT ofereceu o qualificado e experiente nome do ex-vereador,  bancário e sindicalista Antônio Bueno (foto) para liderar a chapa majoritária.  A vaga de vice-prefeito permanece em aberto, possibilitando uma democrática negociação. Por que não apoiá-lo?  Melhor dizendo: por que não integrarem-se à FPD?

O vereador  Miguel Bianchini (que concorrerá à reeleição para a vereança pelo PPL, coligado com o PT) definiu muito bem o perfil do candidato oferecido pelo PT para unificar a oposição santiaguense: "O Bueno, além de ser um homem capaz, sério, idôneo e integro, conhece como ninguém os problemas da administração municipal, está ligado ao partido que governa o Estado e a Nação e representa a alternativa para a grande mudança em prol do crescimento e do desenvolvimento de Santiago. "

Santiago precisa, merece e pode sim marchar para a frente -  junto e alinhada politicamente com o governo Tarso e com o governo Dilma,  em busca de novos horizontes mais fecundos e promissores para o seu povo. O PT já contabiliza enormes acúmulos com excelentes administrações na Região, no Estado e no País, todas muito bem avaliadas pelos eleitores.  Antônio Bueno é experiente, sério, trabalhador,  está preparado e  motivado. O momento é dele, a responsabilidade de elegê-lo é de quem realmente tem compromisso com a mudança.  É o momento, portanto, de definições, de pensar grande, de  ver quem é quem  - e de que lado realmente se está...

É chegada a hora da oposição autêntica, do PT, do PPL e dos demais partidos que quiserem fazer parte desse processo histórico.  É chegada a hora de Antônio Bueno.

Por que não? 

(por Júlio Garcia)

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Deputado Federal Paulo Ferreira visitará Santiago

 

Porto Alegre/RS - O Coordenador Regional do mandato do Deputado Federal Paulo Ferreira (PT/RS), companheiro Álvaro Corrêa (Cabeça),   informou-me que está confirmada a agenda que ele realizará - em conjunto com o Deputado Estadual Valdeci Oliveira (PT/RS)  - em Santiago, no próximo dia 22 de junho. A agenda ainda está sendo articulada, mas dela deverá constar, dentre outros pontos,  uma coletiva à imprensa, reunião com apoiadores, pré-candidatos  e com a direção do PT, culminando com um jantar festivo.  É a primeira visita que ele realiza à Região depois de sua posse como Deputado Federal, em março deste ano.

O Deputado Ferreira, natural de Santiago/RS,  foi um dos fundadores do PT e exerceu cargos de relevância na direção da sigla,  sendo atualmente membro do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores e vice-líder do PT na Câmara dos Deputados.
Paulo Ferreira obteve 77.302 votos nas últimas eleições, a primeira que disputou.  É casado com a economista Tereza Campelo, Ministra do Desenvolvimento Social do Governo Dilma.  (por Júlio Garcia)

*Foto acima: Paulo Ferreira discursando durante  Ato Político realizado em Santiago/RS  (campanha eleitoral de 2010). Créditos da foto: Sérgio Bueno

12,15 h

sábado, 2 de junho de 2012

A repugnante mutação da Veja




De volta ao passado
   
  Por Mino Carta*

"Os caluniadores são, antes de mais nada, covardes. Sentem as costas protegidas pela falta generalizada de memória, ou pela pronta inclinação ao esquecimento. Pela impunidade tradicional garantida por uma Justiça que não pune o rico e poderoso. Pelo respaldo do patrão comprometido com a manutenção do atraso em um país onde somente 36% da população conta com saneamento básico, e 50 mil pessoas morrem assassinadas ano após outro. (...)"

É do conhecimento até do mundo mineral que nunca escrevi uma única, escassa linha para louvar os torturadores da ditadura, estivessem eles a serviço da Operação Bandeirantes ou do DOI-Codi. Ou no Rio, na Barão de Mesquita. E nunca suspeitei que a esta altura da minha longa carreira jornalística me colheria a traçar as linhas acima. Meu desempenho é conhecido, meus comportamentos também. Mesmo assim, há quem se abale a inventar histórias a meu respeito. Alguém que, obviamente, fica abaixo do mundo mineral.

Não me faltaram detratores vida adentro, ninguém, contudo, conseguiu provar coisa alguma que me desabonasse. Os atuais superam-se. Um deles se diz jornalista, outro acadêmico. Pannunzio & Magnoli, binômio perfeito para uma dupla do picadeiro, na hipótese mais generosa de uma farsa cinematográfica. Esmeram-se para demonstrar exatamente o que soletro há tempo: a mídia nativa prima tanto por sua mediocridade técnica quanto por sua invejável capacidade de inventar, omitir e mentir.

Afirmam que no meu tempo de diretor de redação de Veja defendi a pena de morte contra “terrorristas”, além de enaltecer o excelente trabalho da Oban. Outro inquisidor se associa, colunista e blogueiro, de sobrenome Azevedo. E me aponta, além do já dito, como um singular profissional que não aceita interferência do patrão. Incrível: arrogo-me mandar mais do que o próprio. Normal que ele me escale para o seu auto de fé. O Brasil é o único país do meu conhecimento onde os profissionais chamam de colega o dono da casa. (...)

CLIQUE AQUI  para ler na íntegra (via Carta Capital*).

Nota do Blog: As duas capas da revista Veja, acima, são dos anos 1968 (primeira edição) e  de 1969, quando então a semanal fazia corajosa oposição e denúncia dos crimes da ditadura militar, dirigida brilhantemente  que era pelo jornalista Mino Carta. Após a saída de Mino da revista, cuja 'cabeça' foi pedida por Armando Falcão, inquisidor-mor da ditadura no também triste período do general Geisel , a família Civita entregou-a para os braços do regime, a quem começou a apoiar sem nenhum pejo, aliás, como o fez a maior parte da 'velha mídia' (ou PiG**, como hoje é mais conhecida).  

Desde então,  a repugnante mutação de 'Veja'  transformou-a na antítese do que ela  fora, honrosa, brilhante e corajosamente, um dia.  (Júlio Garcia)

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Na SDR


Na foto acima,  o  registro do momento em que  o  jornalista Eduardo Martinez  (Coordenador da Secretaria Municipal de Turismo, Cultura e Eventos da Prefeitura de São Borja/RS)  e Júlio Garcia (da Subchefia Administrativa da Casa Civil do Governo do RS) entregavam   uma pauta de reivindicações  ao chefe de Gabinete  da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo - SDR,  Inácio Benincá.  Ontem, em Porto Alegre.

A SDR é comandada pelo  ex-deputado Ivar Pavan, também ex-Presidente da AL/RS.. 

*Créditos da foto: Aline Rodrigues - SDR