sábado, 5 de abril de 2014

LUTO



*O Brasil perdeu hoje um dos seus grandes atores, JOSÉ WILKER (José Wilker de Almeida (Juazeiro do Norte, Ceará, 20 de agosto de 1947 - Rio de Janeiro, 5 de abril de 2014). Wilker - vitimado por um fulminante ataque cardíaco - foi ator, diretor, narrador, apresentador e crítico de cinema brasileiro. Lástima. 

-Charge do Jorge Inácio

sexta-feira, 4 de abril de 2014

SANTIAGO/RS TAMBÉM 'DESCOMEMOROU' O GOLPE CIVIL MILITAR DE 1964


O mandato da vereadora Iara Castiel (PT) promoveu na noite desta quarta-feira, 02/04, de forma inédita em Santiago, um importante Ato Político paradescomemorar’ o golpe civil militar de 1964 (que inaugurou e implantou por 21 anos, a ditadura em nosso país). Mais de sessenta pessoas – entre lideranças partidárias (PT, PDT, PPL e PMDB), cidadãos que sofreram na carne os rigores do arbítrio, lideranças sindicais, comunitárias e estudantis se fizeram presentes.

Vereadora Iara Castiel (PT) e ex-prefeito Vulmar Leite
Segundo informa o Blog da vereadora Iara, o evento (de caráter pluripartidário e plural) foi realizado no Auditório Caio Fernando Abreu (anexo a Câmara de Vereadores). “Iniciou passando o Vídeo Brasil Nunca Mais e, imediatamente, a palavra foi disponibilizada para quem estivesse no encontro e quisesse se manifestar sobre o período militar que perdurou de 1964 a 1985. O Sr. Alceu Nicola, vítima da truculência, tortura e mordaça do Regime Ditatorial, contou sua experiência, bem como narrou fatos da História que entristece até os dias de hoje a grande maioria dos Brasileiros.”

Alceu Nicola


Vereador Ci (PT de Unistalda)

Informa ainda o Blog da vereadora petista que ocorreram muitas manifestações dos presentes: “As falas de todas as pessoas remontaram a história. Foi trazido à tona desde os fatos que motivaram o Golpe Militar no Brasil até a corrupção e os locupletamentos que o Golpe proporcionou de ponta a ponta do país, inclusive em Santiago. Terezinha Pesce da Silveira, viúva de Jefferson Silveira {à época vinculado ao clandestino PCB}, assim como Juçara Castiel filha de Níssio Castiel (vereador do antigo PTB), deram um emocionante depoimento sobre a prisão do Sr. Jeferson e Níssio. Contaram, ainda, como a vida de suas famílias ficaram marcadas para sempre pela violência, desrespeito, discriminação e tantos atos covardes a que foram submetidas.”  


Chico Matos (Presidente do PT/Santiago)


Vereador Nelson Abreu (PDT)


Cadó  (Presidente do PMDB/Santiago)

Também se manifestaram no Ato os vereadores Nelson Abreu (PDT), Moacir - o  “Ci” (PT de Unistalda), Fábio Monteiro (presidente do PDT), Paulo Rosado (PDT, ex-vice prefeito), o ex-prefeito Vulmar Leite (sem partido), Rosângela Montanher, Renito Bolzan (CPERS), Jussara Guerra, Antônio Bueno (ex-vereador do PT), Greice do Brasil, Marcos Fiorenza, Luiz Genésio Prestes, Marcos Fernandes, Pedro Pacheco, Marcos Paz, Nara Madruga, Chico Matos (Presidente do PT).


Paulo Rosado (ex-vice prefeito Santiago)


Rosangela Montanher (professora da URI)

Professora Tefezinha Pesce da Silveira

O depoimento da professora Terezinha Silveira foi dos mais emocionantes e contundentes. Segundo informou no seu face Marcos Fiorenza, um dos participantes do Ato, a mesma relatou que  os agentes da repressão também  “depredaram seus bens constantes na casa, levaram-lhe as obras de arte e nunca mais devolveram, fecharam a sua farmácia que era ali na esquina da praça e o pior de tudo, roubaram-lhes a biblioteca onde tinham livros clássicos de filosofia, política e grandes escritores... "


Jussara Castiel 

Fabio Monteiro (Presidente do PDT/Santiago)


Marcos Fiorenza (ativista digital)
A avaliação do mandato da vereadora Iara e dos demais participantes é que o objetivo {do Ato} foi plenamente alcançado. Segundo a advogada Adriana Castiel "a cidade de Santiago, se não é a pior, certamente figura entre as primeiras na lista das cidades mais conservadoras do Rio Grande do Sul. Daí a relevância do Ato hoje realizado".  


Renito Bolzan (CEPERS)

Luis Prestes (Mulita)  - sindicalista
Os participantes decidiram, ao final do Ato, constituir também em Santiago uma Comissão da Verdade (à exemplo da existente à nível Nacional e Estadual) para apurar os crimes cometidos no período. "Para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça", gritaram em coro.

*Com informações e fotos oriundas do Blog da vereadora Iara Castiel  http://vereadoraiaracastiel13.blogspot.com.br/ e do face de Marcos Fiorenza
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Nota do Blog 'O Boqueirão Online': Este Editor, convidado - mas impossibilitado de comparecer devido a compromissos na capital -, enviou a seguinte mensagem aos participantes do Ato Público: 

"Prezada companheira vereadora Iara Castiel, prezadas companheiras e prezados companheiros: impossibilitado de estar hoje em Santiago - como gostaria - devido a compromissos  profissionais em Porto Alegre, gostaria de cumprimentá-la  (juntamente aos demais participantes) pela iniciativa da realização deste importante evento, inédito e, sem dúvida,  que representa um marco de um novo momento da história do nosso país, que começa a ser, finalmente, resgatada. Santiago não poderia ficar de fora dessa reflexão - 'para que não se esqueça - para que  nunca mais aconteça'!.

O sacrifício dos nossos combatentes pela liberdade - como foi o caso da jovem companheira e conterrânea Sônia Angel e de tantos outros torturados e assassinados pela ditadura civil militar que infelicitou por 21 anos nosso país - com certeza, não terá sido em vão.  Seu exemplo de bravura e sua Memória jamais serão esquecidos, assim como os crimes realizados pelos .agentes e mandantes da repressão, cujos crimes hediondos  aguardam ainda a devida apuração e punição exemplar. 

Saudações Democráticas à todos e à todas! 

Júlio Garcia"
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-Veja mais fotos do evento clicando Aqui

50 anos do golpe: um encontro de gerações inédito em Porto Alegre



Homenagem aos que resistiram à ditadura reuniu cerca de 2 mil pessoas, estudantes a maioria, para ouvir testemunhos de militantes que lutaram contra golpe.

Porto Alegre - por Marco Aurélio Weissheimer - Como é possível que, até hoje, no Brasil, nenhum torturador tenha sido preso? Nenhum! Como é possível que nenhum responsável por essas atrocidades tenha conhecido a justiça? As perguntas feitas por Flavio Koutzii expressaram a mistura de indignação e perplexidade que outros participantes do ato- homenagem “50 anos do Golpe de 1964, 50 anos de impunidade” expressaram na noite de segunda-feira (31), no Salão de Atos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que ficou superlotado para ouvir o depoimento de seis pessoas reconhecidas por suas trajetórias de luta contra a ditadura instalada no país após o golpe de 64 e pelas denúncias que fazem até hoje dos crimes cometidos neste período. A presença do público, majoritariamente jovem, surpreendeu os próprios organizadores do ato e, principalmente, os homenageados.

“A presença de vocês aqui hoje é um alento que não vivi em nenhum momento no pós-ditadura”, disse emocionada Suzana Lisboa, manifestando um sentimento que atravessava o ar do Salão de Atos da UFRGS. Foi um evento com uma altíssima carga emocional. E o principal combustível para a emoção foi a realidade. Algo de novo estava acontecendo ali, disseram vários dos participantes do encontro. A começar por Clara Charf, viúva de Carlos Marighella, que se mostrou absolutamente surpresa e encantada pelo que estava presenciando. “Estou admirada e encantada. Há muito tempo que eu não via uma manifestação assim. Se o Marighella estivesse vivo, isso aqui seria um grande presente para ele”, disse Clara, 88 anos, militante desde 1945, sempre com o movimento de mulheres como fez questão de registrar.

O ato-homenagem na UFRGS foi um encontro de gerações que, segundo testemunharam os mais antigos, ainda não havia acontecido na escala em que aconteceu. Um dos principais responsáveis por esse encontro inter-geracional foi o professor Enrique Serra Padrós (História/UFRGS), que trabalha com esse tema há anos e criou o Coletivo pela Educação, Memória e Justiça, que reúne professores, alunos e ativistas da área de direitos humanos. Padrós contou que, quando o Coletivo estava pensando o ato-homenagem, decidiu eleger como público-alvo preferencial estudantes das escolas de Porto Alegre. A partir daí se constituiu uma rede de amigos, companheiros, estudantes, ex-alunos e professores cujo trabalho se materializou segunda-feira à noite nas cerca de duas mil pessoas que lotaram o salão da universidade.

O encontro teve um significado especial para a universidade também, como afirmou a socióloga Lorena Holzmann, ex-aluna e professora da UFRGS. Ela lembrou o triste período das cassações e expurgos de professores que se seguiu ao golpe de 64. “Com este ato de hoje, a Universidade se redime, de certo modo, do que houve na ditadura. É um ato de redenção”, disse Lorena, também emocionada. Redenção, memória, verdade, justiça, encontro de gerações, vida: essas foram algumas das palavras centrais no ato-homenagem. Uma homenagem que se dirigiu aos participantes convidados e também aos que caíram na ditadura, sendo que cerca de 155 deles seguem desaparecidos até hoje. Um vídeo exibido no início do evento mostrou os seus rostos, em sua maioria, jovens idealistas como aqueles que estavam na plateia encontrando uma história que ainda não conheciam.

As novas gerações ouviram relatos crus e duros sobre o que foi a tortura na ditadura. Relatos como o de Goreti Lousada, filha de Antônio Losada, que sofreu um atropelamento e está na UTI do Hospital de Pronto Socorro. Goreti contou um pouco da história de luta de seu pai, que foi preso em 1973 no governo Médici e ficou quatro meses no DOPS em Porto Alegre sofrendo tortura. Ela leu um trecho de um texto escrito por Losada que descreve a tortura sofrida por uma mulher no DOPS. Essa mulher era a mãe de Goreti que, com a voz engasgada pela emoção, prosseguiu a leitura até o fim sendo muito aplaudida. Ela lembrou, com orgulho, que seu pai, após sair da prisão não seguiu o conselho dado pelos policiais de deixar aquilo tudo para trás. “Ele denunciou seus torturadores, nome por nome”.

João Carlos Bona Garcia homenageou, na pessoa de Enrique Padrós, todos os professores de História que estão trabalhando para resgatar a memória do período da ditadura. Também homenageou a todos os que tombaram pelo caminho, tanto no Brasil como no Exterior, lembrando os nomes de Frei Tito e Maria Auxiliadora. Bona Garcia também falou da tortura da qual foi vítima e deu o nome de seu torturador. “Quem me torturou foi Átila Rohrsetzer, que estava acompanhado de um médico, e nos torturava ouvindo música clássica e falando da mulher e dos filhos. Eles sentiam prazer em fazer isso”, contou. Bona disse ainda que a visão da ditadura segue presente na sociedade. “Em outros países, órgãos de repressão estão reconhecendo crimes que cometeram. Aqui no Brasil ainda não houve nada disso”.

Flavio Koutzii lutou contra ditaduras no Brasil e na Argentina, onde foi preso, e definiu assim a importância do ato do qual estava participando: “O centro de hoje é não esquecer o que aconteceu e entender o que aconteceu, em toda a sua complexidade”. Ele falou de dois resquícios do período ditatorial que seguem vivos hoje: “No Colégio Militar de Porto Alegre, os livros com os quais os alunos trabalham ainda trazem a versão das forças armadas sobre aquele período. Espero que um dia a Presidência da República ponha um fim nisso”. O segundo resquício é o fato de os torturadores não terem sido julgados até hoje. “Como é possível isso? Não se trata de nenhuma fobia anti-militar, mas sim de justiça e memória”. Sobre esse ponto, chamou a atenção ainda para o seguinte fato: “Nunca li uma notícia dizendo que alguém que foi torturado foi atrás de seu algoz depois de sair da prisão e o matou com um tiro na cabeça. Nenhum de nós fez isso, pois seria mais uma vitória deles”.

Na mesma direção, a uruguaia Lilián Celiberti denunciou a impunidade dos crimes cometidos na ditadura brasileira e defendeu a importância da memória para combatê-la. “A impunidade é a perseguição e a destruição da memória. Com todos vocês aqui hoje a memória se torna algo vivo, algo presente. Para derrotar a impunidade, cada um de nós aqui precisa sair daqui e compartilhar essa luta, compartilhar o que está ouvindo e vendo aqui. Neste diálogo inter-geracional podemos construir uma democracia real baseada na memória, na verdade e na justiça”.

Nei Lisboa manifestou algum otimismo com o que estava vendo nas atividades sobre os 50 anos do golpe. “É a primeira vez que vejo isso que está acontecendo agora. Nos atos relativos aos 30 ou 40 anos do golpe nunca conseguimos reunir tanta gente como está aparecendo aqui hoje. E se começou a falar mais claramente sobre o papel da sociedade civil, de empresários, da mídia e dos Estados Unidos no golpe”.

Nilce Azevedo Cardoso, que também foi torturada durante a ditadura, manifestou-se extasiada com o que estava vendo no Salão de Atos da UFRGS. Ela acentuou o caráter midiático-civil e militar do golpe e disse que “toda a sociedade brasileira foi torturada a cada tortura que um de nós sofremos”. Nilce traçou uma linha de conduta entre a impunidade da tortura e a sua prática hoje no Brasil: “Nós ficamos sabendo de torturas e mortes praticamente todos os dias. Nossos jovens estão sendo assassinados e uma das razões disso estar acontecendo é que, durante 21 anos, foi gestada uma sociedade do medo. Foram 21 anos de medo e não-pensar. Temos que desconstruir tudo isso. Temos que denunciar os Pedro Sellig e os Ustra da vida e perguntar onde estão nossos companheiros que foram assassinados, onde estão seus corpos?”.

Fonte: http://www.cartamaior.com.br/

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Santiago e Região recebem máquinas do PAC 2



Nesta sexta (4), o governador Tarso Genro e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, vão realizar a entrega de máquinas e equipamentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) em Porto Alegre. Santiago está entre os 23 municípios da Região Centro contemplados nessa fase do programa e vai receber um caminhão basculante. Também será entregue um caminhão às prefeituras de São Vicente do Sul, Mata, Cacequi, Nova Esperançado Sul, São Martinho da Serra, São Pedro do Sul e Toropi.Dilermando de Aguiar e Unistalda também fazem parte da lista de municípios beneficiados e vão receber uma motoniveladora cada.As máquinas vão apoiar a realização de serviços de infraestrutura. 

“É um reforço importante que os municípios recebem. Certamente, as máquinas serão bem aproveitadas para atender as demandas da comunidade. A infraestrutura é sempre uma preocupação para os gestores e a chegada de máquinas é sempre bem-vinda”, reforça o deputado estadual Valdeci Oliveira (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa.

O ato de entrega das máquinas ocorrerá às 9h15min, no Palácio Piratini, em Porto Alegre.

*Via Assessoria de Imprensa do Dep. Valdeci Oliveira - (Tiago Dantas e Gabriela Freitas)
-Foto ilustrativa

STF terá que revisar a Lei da Anistia, afirma governador Tarso Genro



Porto Alegre/RS - Na abertura da Conferência Internacional Memória, Direitos Humanos e Reparação, na manhã desta quarta-feira (2), o governador Tarso Genro defendeu de forma veemente a revisão da Lei da Anistia, para que possa ser feita justiça em relação aos responsáveis pelos assassinatos e torturas ocorridos durante a ditadura militar. Para o governador a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que manteve a anistia para assassinos e torturadores, em 2010, foi “uma decisão vergonhosa, que contraria todo o direito humanitário, o direito internacional e o bom senso”.

Tarso não tem dúvidas de que o STF será obrigado a se manifestar novamente sobre o tema e mudar sua interpretação da Lei da Anistia, de 1979. O Brasil, inclusive, foi depois condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos, que emitiu sentença exigindo a revisão da impunidade dos criminosos da ditadura. Também há vários processos em primeira instância, disse o governador, como no caso do atentado ao Riocentro, movido pelo Ministério Público Federal, que chegarão ao Supremo, onde o alcance da anistia terá de ser novamente discutido pelos ministros.

Juntamente com o governador, participaram da abertura da conferência, que integra a programação da Semana da Democracia no Memorial do Rio Grande Sul, o secretário-executivo do Instituto de Políticas em Direitos Humanos do Mercosul, Victor Abramovich, e o secretário de Direitos Humanos do Uruguai, Javier Miranda. Na mesma ocasião, foi assinado por Tarso Genro o tombamento da Ilha do Presídio, onde muitos prisioneiros políticos ficaram detidos durante a ditadura. (via Portal do Governo do RS)

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quarta-feira, 2 de abril de 2014

ATO de 'descomemoração' do golpe de 64 - Santiago/RS




* ATO de 'descomemoração' do golpe civil militar de 1964 - Hoje -  02 de abril - 18h30min  - em SANTIAGO/RS.

-Tod@s lá!!!

terça-feira, 1 de abril de 2014

"BRASIL" FICA DE COSTAS PARA O DEPUTADO DEFENSOR DO ARBÍTRIO - TORTURA E MORTE

A cara com que Bolsonaro ficou, não tem preço

Sem violência, mas, usando do expediente de ficar de costas para o ORADOR, que é contrário ao Regimento Interno da Câmara, deputados e familiares de mortos e desaparecidos durante o período da DITADURA MILITAR, impediram hoje o Deputado Jair Bolsonaro (PP) de discursar durante a Sessão de repúdio e debate sobre o Golpe Militar de 1964, CONVOCADA pela Deputada Luíza Erundina - PSB.

No DIA DA MENTIRA, o Brasil, representado na Câmara dos Deputados, tomou uma iniciativa de verdade, e fez o Deputado Bolsonaro experimentar do próprio veneno, defensor que ele é da CENSURA e de atos de força para calar adversários e impor sua opinião. (via Blog do Saraiva)  http://saraiva13.blogspot.com.br/