domingo, 13 de abril de 2014

Governador Tarso Genro confirma: será candidato à reeleição



Porto Alegre/RS - O Governador Tarso Genro anunciou a um plenário com mais de 500 militantes, apoiadores e dirigentes dos partidos que compõe a Unidade Popular pelo Rio Grande que vai à reeleição, em ato festivo na Igreja Pompéia, na tarde deste sábado (12/4).

Na companhia de dirigentes do PTB, PCdoB, PPL, PRB, PTC e de centenas de militantes do PT, deputados federais, estaduais e dirigentes do partido, Tarso Genro se disse disposto a lutar para aprofundar os projetos iniciados em 2011, “junto com a nossa base aliada, com aqueles que ficaram até o fim para colher os bons resultados de um grande trabalho, que realizamos com diálogo e participação popular e cidadã”, destacou.

O líder petista disse ainda que “aqui no Rio Grande temos a grande tarefa de sermos a resistência contra o neoliberalismo junto com o governo da presidente Dilma. E para desgosto deles – das forças de direita – vamos continuar com o alinhamento das estrelas”, provocou o pré-candidato ao governo do Estado Tarso Genro.

Os partidos representados  falaram em apoio a um projeto que vem fazendo bem ao Rio Grande, “da importância do momento para a unidade das esquerdas”, como salientou Manuel Dávila presidente do PCdoB. Deixaram mensagens de “conte conosco para o que ainda precisa ser feito pelo Rio Grande, disse Toni Proença do PPL, Kioti Tamura do PTC,  Cel. Bonetti do PRB. Ou como se comprometeu o presidente do PTB, Luis Carlos Busato, “o PTB não foi o primeiro a integrar as forças que elegeram Tarso, mas estará até o último minuto nesta caminhada de fazer o Rio Grande avançar com desenvolvimento econômico e social”.

O presidente de Honra do PT/RS Olívio Dutra salientou a importância da base aliada estar presente no ato festivo, “importante para o nosso partido, para a nossa unidade e para o Rio Grande”, mas destacou que importante mesmo é a Unidade Popular pelo Rio Grande usar  “a energia que hoje surge aqui na Igreja Pompéia como uma rastilho de cidadania para incendiar o Rio Grande positivamente para as próximas eleições”.

O presidente Ary Vanazzi disse que ao PT “cabe trabalhar junto com os partidos aliados para  reeleger o projeto que valorizou o salário mínimo regional, atraiu investimentos em múltiplas áreas para o Estado, promoveu a participação da cidadania, iniciada no governo Olívio e esquecida até então, entre tantos outros projetos importantes para o Rio Grande”. E arrancou aplausos provocando outras pré-candidaturas ao dizer que “aqueles que criminalizaram a política por anos e anos através da mídia, agora querem se eleger, defendendo os interesses destes grupos que se veem como partidos políticos”. E encerrou “para a Unidade Popular pelo Rio Grande aqui começa a luta que vai reeleger nosso projeto no Estado”, finalizou Vanazzi.  http://portal.ptrs.org.br/

sábado, 12 de abril de 2014

Humor



*Senadora petista Gleisi Hoffmann (PT/PR) e a 'oposição' ao fundo... (hehehe!! ... sem comentários!!!)

(Via face)

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Reunião com a Presidenta da FAPERGS em Santiago



* A Prof Drª  Nadya Pesce da Silveira, atual Presidenta da FAPERGS - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul, é santiaguense. A reunião ocorrerá na próxima segunda-feira, 14/04, às 18 h no Auditório Caio Fernando Abreu. Prestigie!

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Lula: os recados e o simbolismo





Por Rodrigo Vianna*

A entrevista que Lula concedeu aos blogueiros foi importante pelo aspecto simbólico, mas também pelos recados que o ex-presidente enviou.

Lula, mais uma vez, ajudou a quebrar a hegemonia da velha imprensa. Durante 3 horas (acima e aqui, o vídeo completo da entrevista – clique no link que aparece na parte de cima do vídeo), conversou com 9 blogueiros e respondeu também a perguntas de internautas. Este é o simbolismo: a intermediação da velha mídia já não é necessária; há outros caminhos, outras vozes, outros interlocutores…

A entrevista serviu também como contraponto à postura recuada de Dilma nessa área. Ela assumiu o cargo com o discurso de que “o controle remoto” resolvia tudo no campo da Comunicação. Se o cidadão não gosta do noticiário, basta trocar de canal. Sim, sim… Dilma é convencional, não arriscou. E vem pagando o preço por isso. Precisava disputar a agenda, impedir a velha mídia de pautar sozinha o país. E não o fez.

Lula já havia falado aos blogueiros dentro do Palácio, quando era presidente, em 2010. Depois, foi ao II Encontro Nacional de Blogueiros, em 2011 – e falou a um plenário lotado em Brasília. Agora, em 2014, conversou abertamente sobre tudo.

CLIQUE  AQUI   para ler a entrevista (e assistir ao vídeo) na íntegra (*via Escrevinhador).

segunda-feira, 7 de abril de 2014

ADVOCACIA




*Direito Administrativo - Constitucional - Civil - Penal - Ambiental - Previdenciário - Trabalhista - Tributário - Eleitoral - Consumidor ...

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Tarso Genro: “anti-política da mídia gera graves desigualdades eleitorais”



“A anti-política, presente nos grandes  meios de comunicação dominantes do país, é uma  forma refinada de fazer política, que gera graves desigualdades nas disputas eleitorais, no âmbito da democracia, como estamos vendo aqui no Rio Grande do Sul”. A afirmação é do governador Tarso Genro (PT) que, em entrevista ao Sul21, aponta aquelas que considera ser as principais premissas da disputa eleitoral este ano no Estado. O chefe do Executivo não quis comentar diretamente o resultado da pesquisa Ibope, contratada pela RBS, divulgada neste fim de semana e que coloca dois ex-jornalistas da empresa, Ana Amélia Lemos (PP) e Lasier Martins (PDT), na liderança das disputas para o Piratini e o Senado, respectivamente, mas criticou a distorção que essas candidaturas de personalidades midiáticas causam na política.

“A campanha eleitoral destes indivíduos, às vezes transita por décadas, contra aqueles que estão nas agruras do dia-a-dia, na ação política, expondo-se na plenitude do debate democrático e arriscando, freqüentemente, o seu patrimônio moral e material e, não raro,  atacados, com ou sem causa, pela grande mídia”, diz Tarso Genro.

-CLIQUE AQUI  para ler a entrevista na íntegra.

domingo, 6 de abril de 2014

A Comissão Estadual da Verdade




O Que é a Comissão Estadual da Verdade:

A Comissão Estadual da Verdade foi criada para auxiliar os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, criada no final do ano passado pela presidente Dilma Rousseff, através da lei 12.528/2011, a fim de apurar e revelar as graves violações a direitos humanos praticadas no período compreendido entre 1946 e 1988.

A Comissão Estadual da Verdade foi criada por meio do Decreto 49.380/12, tendo como integrantes, nomeados em 06 de agosto daquele ano, Aramis Nassif, Carlos Frederico Guazzelli (Coordenador), Céli Regina Jardim Pinto, Jacques Távora Alfonsin e Oneide Bobsin. 

Ao término dos 20 meses de duração dos trabalhos da Comissão, o grupo deverá apresentar relatório das atividades realizadas, com os relatos circunstaciados sobre as violações a direito humanos investigada, acompanhado de conclusões e as recomendações da Comissão. Este relatório, e os documentos a eles anexados, serão encaminhados à Comissão Nacional da Verdade, com cópias integrais ao Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul, onde ficarão à disposição do público, para acesso e consulta.

Durante o período de suas atividades, os membros da Comissão Estadual da Verdade poderão requisitar documentos e informações sigilosas junto aos órgãos da Administração Pública Estadual, direta e indireta, ouvir relatos e determinar a realização de perícias e diligências.

O Movimento da Legalidade, ocorrido em 1961, servirá como referência inicial das investigações, cujo termo final é outubro de 1988. O trabalho da Comissão não tem caráter jurisdicional ou persecutório.

A cada seis meses, a Comissão apresentará relatório parcial ao sr. Governador do Estado e à Comissão Nacional da Verdade, disponibilizando-o após através de seu site: http://www.comissaodaverdade.rs.gov.br/
...

*Como entrar em contato com a CV/RS:

-Suas palavras são importantes para auxiliar a Comissão Estadual da verdade a reconstruir a História do país.

-Se você sofreu violência ou perseguição política, praticadas por agente públicos, entre 1º de janeiro de 1961 e 5 de outubro de 1988, ou se conhece alguém que tenha sofrido, escreva-nos contando sua história. Nós responderemos em breve. Sua mensagem será mantida em sigilo, caso solicitado.

Foto: Advogado Honório Campos Peres (preso e torturado pela ditadura em 1975) prestando depoimento à Comissão da Verdade, observado pelo pelo Advogado Carlos Frederico Guazzelli, Coordenador da CV do RS.  (Raphael Seabra/Palácio Piratini).


-Fonte: http://www.comissaodaverdade.rs.gov.br/