terça-feira, 18 de abril de 2017

Devagar: Odebrecht está longe de ser a “dona da verdade”. Ela é criminosa



Há {cinco} dias estamos às voltas com as delações da Odebrecht, que embora envolvam praticamente todo o meio político, todos sabem que visam, essencialmente, atingir aquele que tem a chance real de vencer as eleições de 2018.O que observo, porém, diz respeito a todos: é preciso provas e provas, até agora, não apareceram, exceto em raríssimos casos.
Provas materiais – contas ou formas de pagamento – ou mesmo circunstanciais: “foi aqui, com o fulano, sicrano e beltrano, no dia tal, no lugar tal”.
Não é crível que centenas de milhões ou mais, até, deu R$ 3 bilhões possam ter sido pagos na base da “mochilinha”.
Todas as declarações da Odebrecht, por seus donos e executivos, precisam de provas, porque são testemunhos – parece que se esqueceram disso – de dirigentes uma empresa que corrompeu meio mundo não por ser “boazinha” com os políticos, mas para obter vantagens.
Ainda mais porque seus dirigentes foram, evidentemente, levados a delatar num negócio que rendeu, no atacado, acordos com a empresa e, no varejo, gordas indenizações para os executivos e ex-executivos da empresa.
E que envolviam a promessa de Marcelo Odebrecht, filho do dono da empresa, mofar  eternamente na cadeia.
A imprensa se porta como se as delações sejam a verdade. Podem ser em muitas coisas, mas podem não ser em algumas que geram repercussão. Mas também vão deixando claro quem era o candidato que a empresa desejava ver no Palácio do Planalto, e não era Dilma Rousseff.
A seguir, publico ótima reflexão sobre isso do professor Roberto Moares.
Há fatos concretos alegados pelos delatores. Mas é preciso que estes sejam provados.
Não apenas em relação a Lula, mas a todos.
A Justiça, num estado democrático, precisa de provas para punir.
A mídia, no estado em que estamos, as dispensa.
Como aos promotores da República de Curitiba, bastam-lhe as convicções.
(Por Fernando Brito, jornalista, Editor do Tijolaço - fonte desta postagem)
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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Há exatamente 1 ano, o Congresso dos Corruptos jogou o Brasil numa crise que não acaba

Golpe
O Golpe financiado com dinheiro do capital financeiro internacional não poupou dinheiro. Havia até uma frota de jatinhos particulares para levar Deputados a votar. Segundo seus discursos, votaram por deus, pela família, pelo time de futebol, pela amante, pelo cachorro da família e teve até quem queria que o filho menor votasse por telefone. Votaram todos contra a Democracia. Destituíram Dilma, mas abriram caminho para a pior crise que o Brasil já passou em sua história. 

Nos anos de Governo do PT, o Brasil passou a ser referência política e econômica mundial. Milhões de empregos foram gerados, o Salário Mínimo teve aumento real de mais de 80%, programas como o PRONATEC possibilitaram que beneficiários dos programas sociais pudessem acender a postos de trabalho melhores com melhor remuneração, o PROUNI possibilitou que milhões de jovens trabalhadores pudessem acessar a universidade, entre outros programas. Tudo isto acabou com a acensão do governo ungido pelo golpe. O judiciário, o MP e a PF golpearam o Estado Brasileiro para impor uma ditadura das corporações. O fascismo avança de forma avassaladora, na mesma proporção em que avança a barbárie, o desemprego e a desesperança que se ampliam pelo absoluto descompromisso do governo golpista com o povo.

Não há solução possível se o povo não mostrar sua cara de forma vigorosa nas ruas: Dia 28 de abril, data da GREVE GERAL, é uma boa oportunidade para mostrar que o povo não esta disposto a perder mais direitos e ainda quer que sejam restituídos os direitos já surrupiados neste ano de golpe. (por Luiz Müller)

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domingo, 16 de abril de 2017

Justiceiro (Argh!!!)



*Charge do Kayser

Feliz Páscoa!


"Feliz Páscoa e que ela represente a ressurreição da justiça, da democracia e da igualdade entre todos os homens e mulheres e, principalmente, da capacidade de indignação e de luta do Povo brasileiro contra os quadrilheiros que tomaram de assalto o país."

(Mensagem recebida do companheiro Eliezer Pacheco, que compartilho com os(as) prezados(as) leitores(as) do blog. O Editor

sábado, 15 de abril de 2017

Jornalista é condenado a indenizar Chico Buarque e sua família por ofensa

João Pedrosa se referiu à Chico, Marieta Severo e suas filhas como “família de canalhas”, e agora terá que pagar R$25 mil. Ofensa, de acordo com o próprio jornalista, foi motivada por ódio ao PT



A juíza Simone Gastesi Chevrand, da 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro, condenou o jornalista e antiquário João Pedrosa a indenizar o músico e escritor Chico Buarque, Marieta Severo e suas filhas, Silvia, Helena e Luisa Buarque. Cada um deve receber R$5 mil.
Em dezembro do ano passado, Pedrosa comentou “família de canalhas. Que orgulho de ser ladrão” em uma foto no perfil do Instagram de Chico em que o cantor aparece com Marieta e as filhas.
Na mesma semana, Chico anunciou que iria processar o jornalista que, quando ficou sabendo, publicou uma carta aberta em que pediu desculpas ao escritor e contou que as ofensas foram motivadas por “sua associação ao PT e ao MST”.
A sentença da juíza determina ainda que Pedrosa providencie a publicação da decisão em jornais de grande circulação e nas suas redes sociais.
*Via Revista Fórum