segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Governador propõe pacto ao prefeito de Porto Alegre/RS



Um pacto político administrativo em defesa de Porto Alegre foi proposto pelo governador Tarso Genro ao prefeito da capital gaúcha, José Fortunati, na tarde de sábado (17), na abertura oficial da colheita do pêssego, realizada no Centro de Eventos Elvino Besson, na Vila Nova, durante a 28ª Festa do Pêssego de Porto Alegre. O presidente da Emater/RS, Lino De David, prestigiou a cerimônia e ressaltou a vasta área agrícola da capital, na produção de pêssego, ameixa, horticultura e ovinocultura, cujos agricultores começam a se voltar para sistemas de produção ecológica. De David também defendeu a realização de feiras, pelo contado direto entre produtor e consumidor.

A 28ª Festa do Pêssego tem 15 bancas de comercialização de frutas, flores, orquídeas, bromélias e produtos da agroindústria familiar, além de estandes de produtos da indústria e comércio, praça de alimentação e parque infantil. O evento acontece aos sábado e domingos, das 9h às 19h, e termina no próximo dia 25 de novembro.

Durante seu discurso, Tarso Genro anunciou um pacto político e administrativo com o prefeito para o desenvolvimento de Porto Alegre. Ele afirmou que algumas questões, como a segurança pública, precisam da integração do Estado e do Executivo Municipal. Para o governador, a agricultura familiar é prioridade para o Estado e "a Emater, que foi potencializada neste Governo, tem condições de dar todo o apoio aos agricultores gaúchos".

Produção reconhecida
A capital gaúcha é uma das maiores produtoras da fruta no Estado. São 120 hectares da fruta e a previsão de colheita é de 1,6 mil toneladas. Até sábado (17), quase 120 toneladas da fruta já haviam sido comercializadas nesta edição do evento. No Estado, são quase cinco mil produtores e 14 mil hectares de área plantada.

Sobre o pacto proposto pelo governador Tarso Genro, José Fortunati diz acreditar que o trabalho interligado é o melhor caminho para buscar soluções eficazes para os problemas da capital. "Isso é muito positivo, pois há assuntos, como segurança, por exemplo, que precisam ser vistos em conjunto", completou o prefeito.

A Festa do Pêssego encerra no próximo final de semana (dias 24 e 25/11). Durante a feira, a caixa de pêssego pequeno custa, em média, R$ 3,00 para os pequenos e R$ 5,00 para os pêssegos grandes.

Texto: Adriane Bertoglio Rodrigues  Foto: Caco Argemi
Edição: Redação Secom -  http://www.estado.rs.gov.br

domingo, 18 de novembro de 2012

Chasque do Dr. J-F. Rogowski


Recebi ontem,  do ilustre Jurista Dr. João-Francisco Rogowski, o e-mail que, com muita satisfação,   abaixo transcrevo:

Colegas,

quero lhes apresentar uma pessoa muito especial, intelectual, pensador, militante das causas sociais, o Dr. Júlio Garcia, um velho amigo desde o final da década de 70, ex-colega de faculdade, fomos companheiros de política estudantil com algumas posições divergentes, como atualmente eu e o Dr. Paulo Nogueira o qual já tenho por amigo. Ele era Lula e eu Brizola, por exemplo.

Registro que Júlio participou da fundação do Partido dos Trabalhadores e que as diferenças nas lentes de nossos óculos nunca impediram-nos de uma convivência fraterna, de dialogar e de lutarmos em defesa da causa estudantil, pois, aprendemos a nos focar naquilo que nos unia e não naquilo que nos separava.

Depois que saí da faculdade perdi o contato com Júlio e para minha imensa alegria nos reencontramos recentemente reacendendo a chama da velha amizade.

Ele é editor de dois conceituados blogs, muito lidos no interior e hipotecou seu apoio a nossa chapa*.

Peço que se inscrevam no blog dele para receber suas publicações, muito interessantes. http://o-boqueirao.blogspot.com.br/2012/11/muda-oab.html

Ao amigo Júlio o meu muito obrigado.

Abraço

Rogowski

*Chapa 4 para a Presidência da OAB/RS - Torelly e Wanda

***

Nota do Editor do Blog:  Prezado colega e amigo Rogowski, a satisfação de retomar o contato contigo é imensa! 

Agradeço também ao amigo Desembargador Ruy Gessinger, através do qual esse reencontro foi possível.

Obrigado também pelas palavras gentis, a recíproca é verdadeira.

Grande abraço!

Júlio Garcia

sábado, 17 de novembro de 2012

MUDA OAB!



Colegas e amigos,

tenho externado publicamente meu respeito a todos os distintos e dignos colegas postulantes ao honroso cargo de Presidente da OAB-RS, vejo em todos eles qualidades e capacidade para bem nos representar à frente da nossa entidade, tenho amigos em todas as chapas.

Contudo, as propostas que mais tem a ver comigo, com o meu modo pensar, são as da Chapa 4, inclusive, algumas sugestões minhas adiante explicitadas, foram aceitas por vários integrantes da chapa, demonstrando que há espaço para participação externa, por isso, e, pela alternância no poder; pela imediata criação do Tribunal das Prerrogativas com a busca de indenizações por danos, morais, materiais e eventuais lucros cessantes se o advogado vítima sofrer algum abalo psicológico e tiver limitada sua capacidade laboral; pela proibição dos magistrados vitalícios aposentados exercerem a advocacia, respeitados os direitos adquiridos; por um sistema nacional de previdência social para os advogados; pela valorização dos advogados jubilados e apoio aos jovens advogados; pela auditoria das contas da OAB pelo Tribunal de Contas; pela licitação pública nas compras e contratação de serviços; concurso público para preenchimento de cargos; por um novo Estatuto da Advocacia adaptado a realidade do século XXI; pela permissão do advogado poder constituir empresa individual de responsabilidade limitada (EIRELI) e sua inserção no sistema tributário simplificado (super simples) tirando milhares de advogados da informalidade, facilitando o acesso ao crédito; por tudo isso é que apoio Wanda e Torelly (CHAPA 4).

Advº João-Francisco Rogowski
OAB-RS 16.923

Volência policial gera protesto em Santiago/RS


"Pais, familiares e amigos dos 7  meninos que teriam sido agredidos por 3 policiais militares de Santiago se reuniram em frente a AABB, próximos da entrada da estrada de chão onde tudo teria ocorrido, e deram início a uma carreata que passou pelas principais ruas da cidade. Após, os pais atravessaram o calçadão a pé, segurando faixas com pedidos de justiça. Flávio Canterle e Valter Machado, pais de dois menores envolvidos, foram na frente segurando uma faixa preta com os dizeres: "Precisamos da polícia para proteger e não para bater".

-A informação é oriunda do blog do Rafael Nemitz   http://www.rafaelnemitz.com

CLIQUE AQUI  para ler na íntegra.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Rádio Verdes Pampas FM


O advogado Leudo Costa informou em seu blog: "Hoje pela manhã, eu e Paulo Saciloto assumimos a direção da Rádio Verdes Pampas de Santiago. (...)

Evidente que nossa concepção de rádio é um pouco diferente da adotada atualmente pelo prefixo. Porém, nada de terra arrasada. O prefixo é bom, a emissora é potente e o público alvo pode chegar a mais de 1 milhão de ouvintes. (...) Neste espaço, se enquadram atividades como política, educação e meio ambiente. Seremos uma rádio moderna na mais tradicional região gaúcha. (...)

Queremos sim parceiros leais, gente da melhor cepa e, principalmente a companhia e a orientação dos velhos guardiões.
...

*O Blog 'O Boqueirão Online', através de seu Editor, parabenizou os novos proprietários da Rádio Verdes Pampas FM: "Meus cumprimentos aos novos proprietários! A pluralidade dos meios e a democratização da informação, com qualidade e compromisso social, é fundamental para o avanço da Democracia. Parabéns e Sucesso!" (Júlio Garcia)

Veja que lixo!



*Charge do Kayser

Obs. do Blog 'O Boqueirão': Para melhor entender a motivação da charge acima, Clique Aqui e leia o artigo 'Veja que lixo!', escrito por  Jean Wyllys  em seu sítio.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

NOTA DO PARTIDO DOS TRABALHADORES - PT






O PT E O JULGAMENTO DA AÇÃO PENAL 470

O PT, amparado no princípio da liberdade de expressão, critica e torna pública sua discordância da decisão do Supremo Tribunal Federal que, no julgamento da Ação Penal 470, condenou e imputou penas desproporcionais a alguns de seus filiados.

1. O STF não garantiu o amplo direito de defesa

O STF negou aos réus que não tinham direito ao foro especial a possibilidade de recorrer a instâncias inferiores da Justiça. Suprimiu-lhes, portanto, a plenitude do direito de defesa, que é um direito fundamental da cidadania internacionalmente consagrado.

A Constituição estabelece, no artigo 102, que apenas o presidente, o vice-presidente da República, os membros do Congresso Nacional, os próprios ministros do STF e o Procurador Geral da República podem ser processados e julgados exclusivamente pela Suprema Corte. E, também, nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade, os ministros de Estado, os comandantes das três Armas, os membros dos Tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática em caráter permanente.

Foi por esta razão que o ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, logo no início do julgamento, pediu o desmembramento do processo. O que foi negado pelo STF, muito embora tenha decidido em sentido contrário no caso do “mensalão do PSDB” de Minas Gerais.

Ou seja: dois pesos, duas medidas; situações idênticas tratadas desigualmente.

Vale lembrar, finalmente, que em quatro ocasiões recentes, o STF votou pelo desmembramento de processos, para que pessoas sem foro privilegiado fossem julgadas pela primeira instância – todas elas posteriores à decisão de julgar a Ação Penal 470 de uma só vez.

Por isso mesmo, o PT considera legítimo e coerente, do ponto de vista legal, que os réus agora condenados pelo STF recorram a todos os meios jurídicos para se defenderem.

2. O STF deu valor de prova a indícios

Parte do STF decidiu pelas condenações, mesmo não havendo provas no processo. O julgamento não foi isento, de acordo com os autos e à luz das provas. Ao contrário, foi influenciado por um discurso paralelo e desenvolveu-se de forma “pouco ortodoxa” (segundo as palavras de um ministro do STF). Houve flexibilização do uso de provas, transferência do ônus da prova aos réus, presunções, ilações, deduções, inferências e a transformação de indícios em provas.

À falta de elementos objetivos na denúncia, deducões, ilações e conjecturas preencheram as lacunas probatórias – fato grave sobretudo quando se trata de ação penal, que pode condenar pessoas à privação de liberdade. Como se sabe, indícios apontam simplesmente possibilidades, nunca certezas capazes de fundamentar o livre convencimento motivado do julgador. Indícios nada mais são que sugestões, nunca evidências ou provas cabais.

Cabe à acusação apresentar, para se desincumbir de seu ônus processual, provas do que alega e, assim, obter a condenação de quem quer que seja. No caso em questão, imputou-se aos réus a obrigação de provar sua inocência ou comprovar álibis em sua defesa—papel que competiria ao acusador. A Suprema Corte inverteu, portanto, o ônus da prova.

3. O domínio funcional do fato não dispensa provas

O STF deu estatuto legal a uma teoria nascida na Alemanha nazista, em 1939, atualizada em 1963 em plena Guerra Fria e considerada superada por diversos juristas. Segundo esta doutrina, considera-se autor não apenas quem executa um crime, mas quem tem ou poderia ter, devido a sua função, capacidade de decisão sobre sua realização. Isto é, a improbabilidade de desconhecimento do crime seria suficiente para a condenação.

Ao lançarem mão da teoria do domínio funcional do fato, os ministros inferiram que o ex-ministro José Dirceu, pela posição de influência que ocupava, poderia ser condenado, mesmo sem provarem que participou diretamente dos fatos apontados como crimes. Ou que, tendo conhecimento deles, não agiu (ou omitiu-se) para evitar que se consumassem. Expressão-síntese da doutrina foi verbalizada pelo presidente do STF, quando indagou não se o réu tinha conhecimento dos fatos, mas se o réu “tinha como não saber”...

Ao admitir o ato de ofício presumido e adotar a teoria do direito do fato como responsabilidade objetiva, o STF cria um precedente perigoso: o de alguém ser condenado pelo que é, e não pelo que teria feito.

Trata-se de uma interpretação da lei moldada unicamente para atender a conveniência de condenar pessoas específicas e, indiretamente, atingir o partido a que estão vinculadas.

4. O risco da insegurança jurídica

As decisões do STF, em muitos pontos, prenunciam o fim do garantismo, o rebaixamento do direito de defesa, do avanço da noção de presunção de culpa em vez de inocência. E, ao inovar que a lavagem de dinheiro independe de crime antecedente, bem como ao concluir que houve compra de votos de parlamentares, o STF instaurou um clima de insegurança jurídica no País.

Pairam dúvidas se o novo paradigma se repetirá em outros julgamentos, ou, ainda, se os juízes de primeira instância e os tribunais seguirão a mesma trilha da Suprema Corte.

Doravante, juízes inescrupulosos, ou vinculados a interesses de qualquer espécie nas comarcas em que atuam poderão valer-se de provas indiciárias ou da teoria do domínio do fato para condenar desafetos ou inimigos políticos de caciques partidários locais.

Quanto à suposta compra de votos, cuja mácula comprometeria até mesmo emendas constitucionais, como as das reformas tributária e previdenciária, já estão em andamento ações diretas de inconstitucionalidade, movidas por sindicatos e pessoas físicas, com o intuito de fulminar as ditas mudanças na Carta Magna.

Ao instaurar-se a insegurança jurídica, não perdem apenas os que foram injustiçados no curso da Ação Penal 470. Perde a sociedade, que fica exposta a casuísmos e decisões de ocasião. Perde, enfim, o próprio Estado Democrático de Direito.

5. O STF fez um julgamento político

Sob intensa pressão da mídia conservadora—cujos veículos cumprem um papel de oposição ao governo e propagam a repulsa de uma certa elite ao PT - ministros do STF confirmaram condenações anunciadas, anteciparam votos à imprensa, pronunciaram-se fora dos autos e, por fim, imiscuiram-se em áreas reservadas ao Legislativo e ao Executivo, ferindo assim a independência entre os poderes.

Único dos poderes da República cujos integrantes independem do voto popular e detêm mandato vitalício até completarem 70 anos, o Supremo Tribunal Federal - assim como os demais poderes e todos os tribunais daqui e do exterior - faz política. E o fez, claramente, ao julgar a Ação Penal 470.

Fez política ao definir o calendário convenientemente coincidente com as eleições. Fez política ao recusar o desmembramento da ação e ao escolher a teoria do domínio do fato para compensar a escassez de provas.

Contrariamente a sua natureza, de corte constitucional contra-majoritária, o STF, ao deixar-se contaminar pela pressão de certos meios de comunicação e sem distanciar-se do processo político eleitoral, não assegurou-se a necessária isenção que deveria pautar seus julgamentos.

No STF, venceram as posições políticas ideológicas, muito bem representadas pela mídia conservadora neste episódio: a maioria dos ministros transformou delitos eleitorais em delitos de Estado (desvio de dinheiro público e compra de votos).

Embora realizado nos marcos do Estado Democrático de Direito sob o qual vivemos, o julgamento, nitidamente político, desrespeitou garantias constitucionais para retratar processos de corrupção à revelia de provas, condenar os réus e tentar criminalizar o PT. Assim orientado, o julgamento convergiu para produzir dois resultados: condenar os réus, em vários casos sem que houvesse provas nos autos, mas, principalmente, condenar alguns pela “compra de votos” para, desta forma, tentar criminalizar o PT.

Dezenas de testemunhas juramentadas acabaram simplesmente desprezadas. Inúmeras contraprovas não foram sequer objeto de análise. E inúmeras jurisprudências terminaram alteradas para servir aos objetivos da condenação.

Alguns ministros procuraram adequar a realidade à denúncia do Procurador Geral, supostamente por ouvir o chamado clamor da opinião pública, muito embora ele só se fizesse presente na mídia de direita, menos preocupada com a moralidade pública do que em tentar manchar a imagem histórica do governo Lula, como se quisesse matá-lo politicamente. O procurador não escondeu seu viés de parcialidade ao afirmar que seria positivo se o julgamento interferisse no resultado das eleições.

A luta pela Justiça continua

O PT envidará todos os esforços para que a partidarização do Judiciário, evidente no julgamento da Ação Penal 470, seja contida. Erros e ilegalidades que tenham sido cometidos por filiados do partido no âmbito de um sistema eleitoral inconsistente - que o PT luta para transformar através do projeto de reforma política em tramitação no Congresso Nacional - não justificam que o poder político da toga suplante a força da lei e dos poderes que emanam do povo.

Na trajetória do PT, que nasceu lutando pela democracia no Brasil, muitos foram os obstáculos que tivemos de transpor até nos convertermos no partido de maior preferência dos brasileiros. No partido que elegeu um operário duas vezes presidente da República e a primeira mulher como suprema mandatária. Ambos, Lula e Dilma, gozam de ampla aprovação em todos os setores da sociedade, pelas profundas transformações que têm promovido, principalmente nas condições de vida dos mais pobres.

A despeito das campanhas de ódio e preconceito, Lula e Dilma elevaram o Brasil a um novo estágio: 28 milhões de pessoas deixaram a miséria extrema e 40 milhões ascenderam socialmente.

Abriram-se novas oportunidades para todos, o Brasil tornou-se a 6a.economia do mundo e é respeitado internacionalmente, nada mais devendo a ninguém.

Tanto quanto fizemos antes do início do julgamento, o PT reafirma sua convicção de que não houve compra de votos no Congresso Nacional, nem tampouco o pagamento de mesada a parlamentares. Reafirmamos, também, que não houve, da parte de petistas denunciados, utilização de recursos públicos, nem apropriação privada e pessoal.

Ao mesmo tempo, reiteramos as resoluções de nosso Congresso Nacional, acerca de erros políticos cometidos coletiva ou individualmente.

É com esta postura equilibrada e serena que o PT não se deixa intimidar pelos que clamam pelo linchamento moral de companheiros injustamente condenados. Nosso partido terá forças para vencer mais este desafio. Continuaremos a lutar por uma profunda reforma do sistema político - o que inclui o financiamento público das campanhas eleitorais - e pela maior democratização do Estado, o que envolve constante disputa popular contra arbitrariedades como as perpetradas no julgamento da Ação Penal 470, em relação às quais não pouparemos esforços para que sejam revistas e corrigidas.

Conclamamos nossa militância a mobilizar-se em defesa do PT e de nossas bandeiras; a tornar o partido cada vez mais democrático e vinculado às lutas sociais. Um partido cada vez mais comprometido com as transformações em favor da igualdade e da liberdade.

São Paulo, 14 de novembro de 2012.

Comissão Executiva Nacional do PT.