sábado, 1 de outubro de 2016

EM SANTIAGO, PARA QUE OCORRA A 'MUDANÇA DE VERDADE', VOTE BUENO E CLÁUDIO FREITAS 13! VOTE PT!





O Partido dos Trabalhadores - PT de Santiago concorre com Antôno Bueno e Cláudio Freitas - 13 para o Executivo Municipal com o lema "Mudança de Verdade".

-Importantíssimo:

Para a Câmara de Vereadores de Santiago, escolha um dos(as) candidatos(as) na lista abaixo e vote certo - também para a vereança - em 2 de outubro:

Chico Matos nº 13220

Clair Pereira nº 13603

Iara Castiel* nº 13130

José Airton Clerice nº 13444

José Luiz  'Toti' Bueno nº 13007

Luciano Garcia nº 13111

Marina Bastos nº 13610

Sérgio Marion* nº 13607

Sérgio Tusi nº 13013

*Atuais vereadores que concorrem à reeleição.
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**Em Santiago, dia 02 de Outubro,  vote 13 - Vote PT - "Para Mudar de Verdade'!

#FORA TEMER!

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

FMI também quer matar os velhinhos de fome

Vem aí o mais grave dos desmontes sociais
Bessinha _ O FMI.png
Conversa Afiada* reproduz artigo de Tereza Cruvinel**:
O comunicado do FMI emitido nesta quinta-feira, após a primeira visita oficial ao Brasil na fase Temer, recomendou o fim do mais importante instrumento de combate à pobreza e à desigualdade adotado nos governos Lula e Dilma, a política de valorização do salário minimo. De 2003 a 2015, o aumento real do SM foi de 76%, alterou o perfil de consumo e foi o principal fator para redução da pobreza registrada pelo Brasil, segundo a ONU. Como diria Lula em outros tempos, nunca antes neste país o salário mínimo fora tão forte.
No início do segundo mandato de Lula, o governo e as centrais sindicais firmaram o acordo que estabeleceu novas regras para a correção anual do salário mínimo, sepultando a velha prática de corrigi-lo apenas pela inflação (e às vezes nem isso), o que não garantia aumentos reais do seu poder de compra. Desde sua criação pelo presidente Getúlio Vargas, aumentos maiores para o salário mínimo sempre despertaram reações conservadoras, tais como as que derrubaram o ministro do Trabalho de Vargas, João Goulart, quando ele propôs um aumento de 100% em 1954. O acordo negociado por Lula com as centrais resultou na regra pela qual o salário mínimo passou a ser reajustado anualmente com base na variação do Produto Interno Bruto (PIB) do ano retrasado, somada à inflação acumulada do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços do Consumidor (INPC). No governo Dilma, em 2011, o Congresso transformou o acordo que já vinha vigorando na Lei n° 12.382.
Uma forma de aferir o poder de compra do salário mínimo é pelo cálculo de quantas cestas básicas ele pode comprar. Se em 1995 podiam ser compradas 1,02, em 2014 podiam ser compradas 2,21.
Mas o FMI está recomendando não apenas o fim desta política que beneficiou os mais pobres, incrementou o mercado de consumo e a dinâmica da economia. Quer também que seja quebrada a vinculação das aposentadorias e pensões do INSS ao salário mínimo, o que afetará cerca de 25 milhões de brasileiros.
Se o Governo Temer, como o de Macri na Argentina, render-se ao FMI, e aceitar tais recomendações, teremos o mais grave de todos os desmontes sociais que vêm sendo feitos.
*Fonte desta postagem: www.conversaafiada.com.br
**Tereza Cruvinel é jornalista (O. B. Online)

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Hipocrisia x Democracia ...



*Charge do Kayser

Coluna C&A - Edição Especial


*Pois o  facebook "lembrou-me" que hoje faz um ano que realizei a postagem abaixo no Blog 'O Boqueirão Online'. Na mesma, abordava então a importância do lançamento da Frente Brasil Popular no RS (evento em que me fiz presente), a conjuntura complexa que já se anunciava no país, assim como informava a decisão por mim tomada de não concorrer à vereança nas Eleições 2016, dos motivos para tal decisão e de que divulgaria mais tarde os nomes dos(as) companheiros(as) que viria a apoiar.

*Pela relevância da mesma, e atendendo solicitações várias, estou repostando à seguir. 

-Boa leitura! (Júlio Garcia)



Crítica & Autocrítica - nº 104

* Nesta terça-feira, 29/09/2015, ocorrerá o lançamento da Frente Brasil Popular . O evento será realizado no Plenarinho (3º andar) da Assembleia Legislativa do RS, em Porto Alegre. 

O que é a FBP? "No último dia 5 de setembro, em Belo Horizonte, 2,5 mil delegados vindos de 21 estados  e do Distrito Federal lançaram uma nova coalizão, agrupando movimentos sociais, sindicatos, partidos políticos e personalidades.

Estavam presentes entidades tradicionais, como a CUT, o MST e a UNE, ao lado de PT e PCdoB, entre outras legendas.

Inúmeras outras organizações se somaram a este evento multicolorido que aglutinou os mais importantes destacamentos da mobilização popular por direitos sociais e civis.

Lideranças oriundas de agremiações centristas, como Roberto Amaral (ex-PSB) e o senador Roberto Requião (PMDB-PR), ajudaram a afirmar o caráter amplo e plural da empreitada.

O nome de batismo da iniciativa: Frente Brasil Popular.

Mas do que se trata, afinal, este projeto desenhado por tantas mãos?

Representa, acima de tudo, uma tentativa da esquerda em responder, da forma mais unitária possível, à ofensiva conservadora em curso.

Não se define, porém, como aliança de apoio ao governo da presidente Dilma Rousseff, ainda que um de seus compromissos centrais seja a defesa da legalidade democrática e do mandato constitucional sacramentado pelas urnas.

O outro pé programático da FBP, associado à salvaguarda da democracia, é o combate à política econômica adotada pelo governo depois da reeleição, centralizada pelo chamado ajuste fiscal.

A Frente, portanto, luta simultaneamente contra o golpismo, representado pelo setores mais conservadores, e o sequestro da agenda governamental pelos interesses do capital financeiro.

A dupla batalha constitui, aliás, o elemento mais esquizofrênico da situação política. Retrata, no entanto, a realidade pós-eleitoral, forjada pela opção presidencial por soluções opostas ao consenso progressista que levou ao quarto triunfo petista.

A bandeira da democracia, assim, é essencial para resistir às tentativas de desestabilização e derrubada da presidente, impulsionadas por forças que desejam recuperar a direção do Estado para o bloco oligárquico-rentista.

O golpismo não resume, contudo, os perigos que ameaçam o processo de mudanças iniciado em 2003.

Também o transformismo do governo, submetido a programa e composição ministerial derivados de concessões profundas ao conservadorismo, coloca em alto risco as conquistas pós-Lula e o futuro de uma alternativa sob a batuta da classe trabalhadora.

A FBP, ao se propor a soldar coalizão pela democracia com mudança da política econômica, busca igualmente alterar a função caudatária que foi reservada aos movimentos sociais e mesmo aos partidos de esquerda em boa parte do período posterior à vitória de 2002." (...) Extrato do artigo de Breno Altmann, no site Opera Mundi - http://www.brasil247.com/

(...)

***

* Eleições 2016Alguns companheirxs e amigxs têm me indagado se serei - ou  não - candidato nas próximas eleições municipais (em Canoas ou em Santiago, caso realize a transferência  do meu domicílio eleitoral). Minha resposta 'peremptória': não serei candidato!

* Aliás, depois da minha última experiência como candidato a deputado estadual pelo PT/RS (onde enfrentei uma campanha difícil, principalmente devido ao fato de que disputei a mesma com parcos recursos financeiros - e praticamente sem apoio partidário onde seriam 'minhas bases eleitorais mais fortes', pelo menos teoricamente!), resolvi que agora seria prudente ficar mais na 'retaguarda'. Tenho condições - e disposição - de contribuir de outras maneiras com nosso projeto. Firmei convicção de que, sem uma verdadeira Reforma Política (que se dará somente através da convocação de uma Assembleia Constituinte Exclusiva e Soberana, que implemente de vez a proibição do financiamento empresarial das campanhas, e que contemple o financiamento público e o voto em lista), uma candidatura do campo popular e socialista, por mais qualificada que seja - mas amparada unicamente em propostas claras, ousadas e não demagógicas, defendida por alguns poucos abnegados companheiros(as) e amigos(as)-, tem muito poucas chances de prosperar. 

* Eu, creio, já dei minha 'contribuição' - também - nessa seara, e mais de uma vez; agora, é hora de deixar essa honrosa tarefa para outros(as) companheiros(as), sei que temos muitos quadros preparados para bem nos representar. 

* Então, no momento devido, externarei aqui neste espaço - em primeira mão - os nomes que apoiarei para as eleições à prefeitura e vereança (especialmente em Santiago, Canoas e Porto Alegre). A luta segue!

(Por Júlio Garcia, especial para o Blog 'O Boqueirão Online')
...

*Nota do EditorEntão, cumprindo o prometido, já divulguei os nomes dos(as) candidatos(as) que estou apoiando nestas eleições nesses três municípios, mas não custa repetir aqui: Em Porto Alegre - Raul 13 Prefeito e Vereador Adeli Sell 13601- Movimento Porto Alegre Legal ; em Santiago Antonio Carlos Rosa Bueno13 Prefeito - vereador Sergio Marion 13607, mas dando uma força também para os comp. Sergio Tusi 13013 e Luciano Garcia 13111; em Canoas vou de Beth 10 Prefeita e para vereadora Maria Eunice 13513.

#Resistir & Avançar! #Vote PT! #ForaTemer!

***

*Veja também: "Em Canoas/RS agora é #Beth10 e #MariaEunice13513"

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

O estado mais polentizado do Brasil



Por André Pereira*
A sonora expressão deste título de “polentização” do Rio Grande do Sul – que não é achado de minha autoria-  é facilmente entendida pelos gaúchos devido a uma dupla analogia.
Ela está vinculada à predileção gastronômica pela polenta atribuída ao atual governador e, sobretudo, coteja aquela frase ufanista segundo a qual o nosso ‘é o estado mais politizado do país’.
Se o descendente de italianos se farta de angu de farinha de milho com copadas de vinho eu não sei, mas é verdade absoluta que o Rio Grande do Sul não é e nunca foi mais politizado que nenhum dos outros entes federativos.
Sem nenhuma comprovação científica, a assertiva é desmentida até pela quantidade de ditadores que, cá nos pampas, geramos para ocupar a presidência da República.
Até o general Figueiredo, que não era gaúcho, fez estágio político aqui, no Colégio Militar da capital e no comando de unidade militar no interior rio-grandense.
Que politização é esta, irmanada com a repressão e o arbítrio, a tortura e os assassinatos de democratas ?
Alguns costumam  louvar a “politização” da cantoria das façanhas modelares rio-grandense – até mesmo de modo desrespeitoso quando se executa o hino nacional – o que só traduz um desejo arcaico e injustificável de separatismo.
De onde vem essa notável balela transformada em lenda urbana, então?
Descende do falso mito do gauchismo, bravo, imenso e varonil, ao qual o jornalista Elmar Bones da Costa, nascido em Sant’Ana do Livramento, na fronteira oeste, credita toda a falta de perspectivas sociais e ausências de saídas econômicas para o estado.
Segundo presumo, sobrevivemos em um ilusionismo atávico e embevecido pelo narcisismo da valentia inigualável dos guerreiros antepassados .
Assim, festejamos uma guerra que perdemos, em que se defendiam valores teóricos manchados de sangue na prática e em que os negros foram vergonhosamente atraiçoados.
Foi sobre os pilares da falsidade da revolução farroupilha que edificamos nossa história.
E quando os suportes básicos de uma construção são amparados por material apodrecido é evidente que um dia, cedo ou tarde, a edificação ruirá.
Vive-se, desse modo, em uma tão severa artificialidade moral que é preciso espezinhar a verdade, e repetir, constante e contundente, conquistas heroicas que jamais ocorreram. É laureado o dia 20 de setembro, data de início da guerra que durou quase dez anos. E jamais o marco do seu desfecho de retorno ao estado de paz porque, na realidade, o final foi constrangedor, aceitando-se um acordo humilhante de deposição de armas.
Entretanto, anualmente, em setembro, em todo o território guasca, instituições públicas e firmas privadas unem-se às empresas de comunicações e negócios para reforçar os valores que mantém a farsa sociológica.
E revivem-se axiomas das bombachas gaudérias que renovam a contaminação mental de bravatas impolutas no nosso imaginário coletivo.
Já a polentização gaúcha, que apequena hoje o RS, pode ser comprovada com o exemplo do noticiário do final de semana envolvendo uma notória cumplicidade do inquilino do Palácio Piratini com a mídia nativa, aparentemente refém do maior anunciante estadual e ideologicamente afinada com a lógica do neoliberalismo privativista.
Duas grandes empresas, líderes em seus segmentos, anunciam vendas de seus ativos para compradores de fora do estado, mas ao invés de refletir sobre a grave desgauchização implícita, a  cobertura política deu destaque ao governador fotografado sorridente, posando de motorista de um caminhão de uma fábrica estrangeira atraída para o Rio Grande pelo gestor anterior.
A Vonpar Coca Cola foi vendida para uma empresa mexicana por 3,5 bilhões de reais.
A Tumelero está sendo negociada com um grupo francês.
Assim, é cada vez mais triste o futuro que nos aguarda. E lembrar a piada de Sartori mandando professor tratar de piso no Tumelero soa ainda mais patético.
E mais polentizado.
*Jornalista - via Sul21

A CRISE (para uns ... e outros...)


*Charge do Kayser

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

ELEIÇÕES MUNICIPAIS: RÁDIO SANTIAGO promove o segundo DEBATE com os candidatos a PREFEITO



Na última semana de campanha, os candidatos a prefeito de Santiago, por ordem alfabética Antonio Carlos Rosa Bueno (PT), Guilherme Bonoto Bher – coligação Somos Todos Santiago{PSD/PMDB/PTB/Rede/PDT/PSDB/PPS/Pros/SD} e Tiago Gorski LacerdaPP, participam na noite desta terça, 27,  do segundo debate promovido pela Rádio Santiago.

O evento segue o mesmo padrão do primeiro, ou seja, é dividido em duas partes: na primeira os candidatos respondem as perguntas que serão sorteadas, e na segunda parte, perguntas entre si. Cada um fará quatro perguntas, sendo que as regras não permitem indagações somente para um candidato, possibilitando que todos perguntem e respondam igualitariamente.

Fonte: http://www.radiosantiago.com.br/

*Edição e grifos deste Blog