quinta-feira, 22 de junho de 2017

13 razões para absolver Lula no caso do Tríplex - Ninguém pode ser condenado sem provas, com base apenas nas palavras de réus



1) A defesa provou que Lula não é e nunca foi dono do Triplex no Guarujá, que continua registrado em nome da OAS. 

2) Lula nunca teve a posse do imóvel, nunca recebeu as chaves; nem ele nem sua família passaram sequer uma noite ou um dia no Triplex. Lula esteve uma única vez no edifício, para verificar se tinha interesse em comprar o imóvel, mas não quis.

3) A defesa de Lula provou com documentos que Leo Pinheiro e a OAS não poderiam doar ou transferir o tríplex a ninguém, pois desde 2009 os direitos econômicos do imóvel estão alienados a um fundo gerido pela Caixa Econômica Federal.

4) Lula não teve qualquer participação no contrato com a Granero para o armazenamento de documentos do acervo presidencial; o contrato é perfeitamente legal.

5) Lula não nomeou os diretores da Petrobrás investigados e condenados na Lava Jato; todos os diretores foram eleitos pelo Conselho de Administração, que inclui representantes dos acionistas privados.

6) Lula não participou da licitação, elaboração, assinatura ou execução dos 3 contratos da Petrobrás com a OAS em que a Força Tarefa aponta – sem provas – que teriam sido objeto de desvios ou pagamento de propina.

7) 73 testemunhas, da defesa e da acusação, negaram em juízo ter conhecimento da suposta participação de Lula em atos ilícitos na Petrobrás ou em qualquer outra esfera de governo.

8) As empresas internacionais de auditoria externa da Petrobrás KPMG e PWC atestaram em juízo que não identificaram nenhum ato ilícito ou desvio praticado pelo ex-presidente Lula na administração da estatal.

9) Controladoria Geral da União e do Tribunal de Contas da União também não identificaram qualquer desvio ou ilegalidade do ex-presidente Lula na Petrobrás.

10) Em seu governo, Lula aumentou os controles externos e internos da Petrobrás e de toda a administração federal, combatendo a corrupção, e não o contrário, como alega sem provas a Força Tarefa.

11) Depois de quebrar os sigilos bancário, fiscal e telefônico de Lula, de seus familiares e colaboradores, a investigação não encontrou 1 centavo recebido ilegalmente por Lula, nem da OAS nem de qualquer outra empresa ou pessoa no Brasil e no exterior. 

12) Os promotores da Força Tarefa reconhecem que não há provas para condenar Lula e apelaram para teses esdrúxulas (domínio do fato, probabilismo, contexto de corrupção sistêmica) que não conseguiram demonstrar na acusação. 

13) Toda a acusação se sustenta em delações premiadas, algumas delas ilegais, e ninguém pode ser condenado sem provas, com base apenas nas palavras de réus. A ação contra Lula não se baseia na lei nem nos fatos: é um processo político, que visa excluir Lula e o PT do processo eleitoral.


*Via http://www.lula.com.br

(Com o Blog do Júlio Garcia)

Deputado MARCO MAIA na Rádio ITU AM de Santiago/RS


 

*O Deputado Federal Marco Maia, do Partido dos Trabalhadores do RS estará concedendo entrevista no dia de hoje, 22/06 - 10,10h - Na Rádio Itu AM, Programa Conexão Direta. 

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Enquanto Paim fala e vota contra, Ana Amélia vota a favor da Reforma Trabalhista de Temer

Paim vibrando
Os dois senadores gaúchos, que integram a Comissão de Assuntos Sociais (CAS), apresentaram votos opostos nesta terça-feira (20), durante a votação do projeto da Reforma Trabalhista do governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB), cujo relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) foi rejeitado por 10 votos a 9, representando uma vitória da oposição e uma derrota do governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB).
O senador Paulo Paim (PT) votou contra o projeto, que retira direitos históricos dos trabalhadores, e vibrou muito com o resultado.
Já a senadora Ana Amélia (PP) votou a favor do projeto, posicionando-se do lado das federações empresariais.
Ana Amélia2
Com o resultado, o voto em separado de Paim foi depois aprovado em votação simbólica e segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Confira os 10 votos contrários à reforma trabalhista na CAS
Humberto Costa PT
Regina Souza PT
Paulo Rocha PT
Paulo Paim PT
Lidice da Mata PSB
Randolfe Rodrigues Rede
Angela Portela PDT
Otro Alencar PSD
Helio José PMDB
Eduardo Amorim PSDB
Veja os 9 votos favoráveis à reforma trabalhista na CAS
Ana Amélia PP
Dalirio Beber PSDB
Flexa Ribeiro PSDB
Ricardo Ferraço PSDB
Valdemir Mock a PMDB
Elmano Ferrer PMDB
Airton Sandoval PMDB
Cidinho Santos PR
Vicentinho Alves PR
Avaliação do Diap
Para o o analista Antônio Augusto de Queiroz, o Toninho, diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), a rejeição ao relatório de Ferraço “aumenta muito o ânimo da tropa” oposicionista, além de expor senadores até agora favoráveis ao texto. O resultado surpreendeu a própria entidade e representou inesperada derrota para o Planalto, que agora tentará reverter a situação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
Segundo o diretor do Diap, o placar de 10 a 9 contra o relatório de Ferraço contou com dois votos até então contados a favor do governo: o de Eduardo Amorim (PSDB-SE, ex-PSC) e o de Sérgio Petecão (PSD-AC), que por uma articulação oposicionista acabou substituído na CAS por Otto Alencar (PSD-BA), este contrário ao texto da reforma, apoiada explicitamente por entidades empresariais e criticada pelas centrais sindicais.
Já o voto de Amorim causou surpresa, pois o PSDB, embora dividido, integra a base aliada de sustentação a Temer. Outro a votar contra foi Hélio José, do PMDB-DF.
“Foi um balde de água fria na base governista”, diz Toninho. Para ele, a reforma da Previdência está praticamente derrotada e a trabalhista tem chance de, ao menos, sofrer um adiamento. Não voltará para a Câmara, porque o voto em separado de Paulo Paim, aprovado simbolicamente na CAS nesta terça-feira, propõe a rejeição ao projeto, sem apresentar um substitutivo.
O relator na CCJ é o próprio líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), que deverá apresentar, já nesta quarta-feira (21), parecer favorável ao texto original vindo da Câmara.
O passo seguinte é o plenário. A votação decidirá se o projeto avança ou vai para o arquivo, mas para o diretor do Diap o cenário já é um pouco diferente e mostra fragilidade do governo e sua “ilegitimidade para tocar as reformas”.
Ele cita dois textos que tratam do tema, publicados na página da entidade. Um escrito pelo juiz Hugo Cavalcanti Melo Filho, presidente da Associação Latino-americana de Juízes do Trabalho, que estabelece relação entre a JBS e a reforma trabalhista.
O outro é do jornalista Janio de Freitas, da Folha de S. Paulo,sobre a inviabilidade do governo Temer de conduzir reformas. “Sejam condições intelectuais, políticas, morais, e quaisquer outras. É só um fantoche. À espera de que alguém conte os seus feitos ou os silencie por dinheiro”. 
Fonte: CUT-RS com Rede Brasil Atual (RBA)

segunda-feira, 19 de junho de 2017

'Café com Galeano' (especialmente para o aniversariante, Chico Buarque)


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Por Marcelo Pires Mendonça* 

"1974. Rio de Janeiro. Chico Buarque. Esta ditadura é uma lástima para a gente e é uma ofensa para a música. 

Chico Buarque, feito de música e gente, canta contra o poder. 

De cada três canções a censura lhe proíbe ou lhe mutila duas. Um dia sim e outro também, a polícia política o submete a longos interrogatórios. 

Na entrada, lhe revistam a roupa. 

Na saída, Chico se revista por dentro, para ver se os policiais não lhe haviam metido um censor na alma ou se não lhe haviam apreendido a alegria em um momento de distração." (Eduardo Galeano, Memória do Fogo III - O século do vento).
***
*Marcelo Pires Mendonça é professor. Trabalha na Secretaria de Educação do Distrito Federal. Foi Coordenador-Geral de Instâncias e Mecanismos de Participação Social da Presidência da República. É filiado ao Partido dos Trabalhadores.

'PROLETÁRIOS' fazem "Tributo a LEGIÃO URBANA" - Terça, 20/06 em SANTIAGO/RS

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*BANDA PROLETÁRIOS faz show na noite desta terça-feira, 20/06, na Gaúcha Grill & Galletteria - em SANTIAGO/RS.

-Todxs lá!!!

domingo, 18 de junho de 2017

A pergunta que não quer calar...

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'A pergunta que não quer calar:

-Dilma foi vítima da quadrilha mais perigosa do Brasil, o que falta para anular o golpe e todos os atos do presidente ilegítimo?'

(Deputado Federal Marco Maia - PT/RS - via face)

sábado, 17 de junho de 2017

"Temer é o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil", dispara Joesley Batista em revista - Dono do grupo J&F detalha relações do presidente com Cunha e diz que ele "não tem cerimônia para pedir dinheiro"


Dono do grupo J&F detalha relações do presidente com Cunha e diz que ele

Correio do Povo - O empresário Joesley Batista fez graves denúncias contra o presidente, Michel Temer, e as principais figuras do seu governo, em entrevista à revista Época. "Temer é o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil", disparou o dono do grupo J&F na edição desta semana.
Joesley reforçou a ideia de "quadrilha" liderada pelo presidente, ao salientar com quem tinha que lidar nas tratativas da JBS. "Quem não está preso está hoje no Planalto", frisou. "O Temer é o chefe da Orcrim (organização Criminosa) da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles", acrescentou o empresário.(...)
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-Para ler mais sobre essa entrevista do dono da JBS (Friboi),
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