quinta-feira, 3 de agosto de 2017

#Em Santiago/RS: Psicopedagogia, Neuropsipcopedagogia, Educação Especial, Reforço Escolar, Aulas Particulares (crianças, jovens e adultos); Alfabetização ... CLÍNICA SEI


*Sob a direção da Psicopedagoga, Neuropsicopedagoga e Educadora Especial ROSANI M. TUSI DE MATTOS GARCIA, a CLÍNICA SEI (Serviço Educacional Integrado) está localizada na Sala 45 do Shopping Ilha Bella,  centro de Santiago/RS.

*Atendimento exclusivamente com hora marcada. As consultas devem ser agendadas previamente através dos telefones e/ou  e-mail constantes no banner.


**Clique no Banner p/ampliar

JORNAL NACIONAL EXIBIU OS CANALHAS - Estratégia da Oposição deu certo! (PHA)




*Via TV Conversa Afiada

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Crime da mala impune: Relatório de Aécio Neves atinge 172 votos, salva Temer, deixa o PSDB rachado e entrega todo o poder ao Boi, Bala e Bíblia



Da Redação*

O Centrão assumiu diretamente o poder, sem intermediários, pela primeira vez desde os mandatos de FHC, Lula e Dilma.

Foi consequência da votação desta noite, em que Michel Temer obteve os 172 votos necessários a barrar a denúncia da Procuradoria Geral da Justiça contra ele no Congresso.

PSD, PP, PR, PTB, Pros, SD e PSC lideraram o bloco que salvou Michel Temer, além do PMDB.

O autor do relatório que salvou Temer foi o deputado Paulo Abi-Ackel, do PDSB mineiro, que pretende ser o herdeiro político de Aécio Neves.

O ex-presidente do PSDB, acusado ao lado de Temer nas delações da JBS, jogou pesado nos bastidores para salvar o ocupante do Planalto — e abater as acusações feitas contra ele pela PGR.

A rachadura desmoraliza os tucanos: Aécio conseguiu os votos da veterana Yeda Crusius e da novata Bruna Furlan a favor de Temer, mas não os de Mara Gabrilli e do pernambucano Daniel Coelho, por exemplo.

A sessão teve poucos momentos risíveis em comparação àqueles da votação que abriu processo de impeachment contra Dilma Rousseff.

O deputado Marco Feliciano, por exemplo, votou em favor do relatório argumentando que a derrota de Temer significaria “a volta do PT ao poder”.

O deputado Victório Galli, do PSC de Mato Grosso, votou por Temer e contra a “identidade de gênero” nas escolas.

O deputado Ezequiel Teixeira, do PTN do Rio, votou “contra o comunismo”.

Apoiadores de Temer tentaram ressuscitar o surrado antipetismo para defender a quadrilha que ocupa o Planalto.

Grande parte dos que votaram para enterrar a denúncia argumentaram pela “estabilidade econômica”, num momento em que o Brasil tem 14 milhões de desempregados, rombo recorde nas contas públicas, cortes nos direitos sociais e quebradeira generalizada.

Discursaram como se a recuperação econômica fosse um fato, desconhecendo o desejo expresso em pesquisas por mais de 90% dos entrevistados: o de que Temer deve ser investigado.

Segundo o jornalista Fernando Rodrigues, do Poder 360, já prevendo a vitória o Centrão articula lançar o ministro da Fazenda Henrique Meirelles como candidato do grupo em 2018.

Temer obteve os 172 votos necessários à rejeição da denúncia às 20h30m, com 145 votos contra e 13 ausências àquela altura.

A decisão da Câmara deve aprofundar a crise econômica, política e social e colocar Temer cada vez mais no colo das bancadas fisiológicas que dominam o Congresso, a começar do Boi, Bala e Bíblia.


Leia também:

Doze deputados do RS votam a favor de Temer e 18 contra


Os deputados representantes do Rio Grande do Sul votaram há pouco sobre o encaminhamento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva.

Ao todo, 12 parlamentares gaúchos se posicionaram a favor de Temer e contra o encaminhamento da denúncia ao STF. Dezoito foram contra o relatório que mandava arquivar a denúncia. 

Foi registrada uma ausência de parlamentares do Rio Grande do Sul, do deputado Giovani Cherini (PDT), que está de licença médica, segundo o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) informou no plenário.

Confira como votaram os deputados gaúchos

Afonso Hamm (PP) - NÃO
Afonso Motta (PDT) - NÃO
Alceu Moreira (PMDB) - SIM
Bohn Gass (PT) - NÃO
Cajar Nardes (PR) - SIM
Carlos Gomes (PRB) - NÃO
Danrlei (PSD) - NÃO
Darcísio Perondi (PMDB) - SIM
Giovani Cherini (PDT) - Ausente
Heitor Schuch (PSB) - NÃO
Henrique Fontana (PT) - NÃO
Jerônimo Goergen (PP) - NÃO
João Derly (REDE) - NÃO
José Fogaça (PMDB) - SIM
José Otávio Germano (PP) - SIM
Jose Stédile (PSB) - NÃO
Luis Carlos Heinze (PP) - NÃO
Marco Maia (PT) - NÃO
Marcon (PT) - NÃO
Maria do Rosário (PT) - NÃO
Mauro Pereira (PMDB) - SIM
Onyx Lorenzoni (DEM) - NÃO
Osmar Terra (PMDB) - SIM
Paulo Pimenta (PT) - NÃO
Pepe Vargas (PT) - NÃO
Pompeo de Mattos (PDT) - NÃO
Renato Molling (PP) - SIM
Ronaldo Nogueira (PTB) - SIM
Sérgio Moraes (PTB) - SIM
Yeda Crusius (PSDB) - SIM

*Fonte: Correio do Povo - Charge do Schröeder

CUT/Vox Populi: 93% dos brasileiros querem Temer investigado



A Câmara dos Deputados não parece, porém, inclinada a realizar o desejo da opinião pública

Caso se confirmem as previsões dos analistas políticos, a Câmara dos Deputados mais uma vez tomará uma decisão completamente dissociada do desejo dos eleitores. Segundo nova rodada da pesquisa CUT/Vox Populi, 93% dos brasileiros acham que os parlamentares deveriam acatar o prosseguimento da investigação contra Michel Temer.

Os deputados decidem nesta quarta-feira 2 se autorizam ou não a abertura da investigação contra Temer. Se aprovado no Parlamento, o assunto retorna ao Supremo Tribunal Federal. Cabe aos 11 ministros da Corte decidir se o peemedebista se torna réu ou não na denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República. Em caso positivo, Temer seria afastado do cargo por até 180 dias. Rodrigo Maia, presidente da Câmara, assumiria interinamente a presidência da República. (...)

CLIQUE AQUI para continuar lendo (via Carta Capital)

terça-feira, 1 de agosto de 2017

A primeira vítima da 'guerra' na Venezuela é a verdade, diz professor da PUC-SP


Para Pedro Fassoni, se Maduro cair, haverá retrocessos em benefício da mesma oligarquia que tentou derrubar Chávez em 2002. Ele também critica o deputado Jean Wyllys: 'Faz coro com mídia conservadora'

Um dos principais argumentos utilizados contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, para acusá-lo de “ditador” e sobre seu papel na grave crise do país, é o número de mortos, cerca de 120 desde o início dos protestos contra o governo chavista há quatro meses. Os grupos midiáticos e a oposição no país aproveitam a eleição de domingo (30), segundo eles “ilegítima”, que elegeu uma nova Assembleia Nacional Constituinte com 545 membros, para tentar fechar o cerco.

O pleito foi mais uma vez marcado pela violência e mortos, que teriam sido dez. A oposição se recusou a participar e convocou novos protestos. Para o professor do Departamento de Política da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Pedro Fassoni, as informações no atual cenário venezuelano são muito desencontradas, e não se pode atribuir ao governo Maduro a responsabilidade sobre a violência.

“A primeira vítima dessa guerra é a verdade”, diz. “Até mesmo um candidato à Assembleia Constituinte foi assassinado. É óbvio que o governo não teria nenhum interesse em assassinar, aliás, um aliado político. A oposição venezuelana também tem grande responsabilidade na escalada de violência no país.” (...)

CLIQUE AQUI para ler na íntegra (via RBA)

Deputado Federal Marco Maia (PT/RS) apresenta Projeto de Lei e pede apoio para revogar a Reforma Trabalhista


“A Reforma Trabalhista retirou dos trabalhadores uma série de Leis históricas, um conjunto de proteção que dava harmonia ao mundo do trabalho” 

O Deputado Federal Marco Maia (PT/RS, foto) apresentou na tarde desta terça-feira (01), na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei de número8112/2017 que revoga a Lei 13.467 de 13 de julho de 2017 apresentada pelo presidente Michel Temer e, que trata da Reforma Trabalhista. 

“O Congresso Nacional, de uma forma absurda, aprovou e Temer sancionou sem vetos a mais cruel e nefasta de todas as Leis criadas ao longo da existência do parlamento brasileiro. A Reforma Trabalhista retirou dos trabalhadores uma série de Leis históricas, um conjunto de proteção que dava harmonia ao mundo do trabalho”, frisou Marco Maia. 

As alterações mudaram pontos como: férias, jornada de trabalho, remuneração e plano de carreira, além de permitir total e irrestrita força nos acordos superando as Leis vigentes. “Aqui fica valendo o negociado sobre o legislado, ou seja, o trabalhador fica desamparado na Lei”, justifica o parlamentar. 

Marco Maia busca o apoio dos colegas deputados para impedir tamanha barbárie contra os trabalhadores brasileiros. Um exemplo disso é o caso do trabalhador que assinar a rescisão contratual. Ele fica impedido de questioná-la posteriormente na Justiça trabalhista, além disso, fica limitado há oito anos o prazo para andamento das ações. Se até lá a ação não tiver sido julgada ou concluída, o processo será extinto. A multa para o empregador que mantém empregado não registrado é hoje de R$ 3 mil e passa a ser de R$ 800 para microempresas ou empresas de pequeno porte. 

Projeto foi protocolado na Secretaria Geral da Casa e segue para apreciação.

*Com a Assessoria de Imprensa do Gabinete do Deputado Federal Marco Maia, do PT/RS e Blog do Júlio Garcia